el Fado

À volta do Fado no X-centrico…
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Neste momento encontra-se na categoria Herminia Silva.

Hermínia Silva “Lugar Vazio”

Lugar Vazio (Fernando Farinha / Alberto Correia)
Video de TiMariaBenta

Posted 8 years ago at 1:16.

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Hermínia Silva por Valéria Mendez

A N D A, P A C H E C O !

herminia2Corria o ano de 1985, Portugal conhecia o fulgor da Liberdade, António Variações, com uma breve carreira e uma morte inesperada, havia-se tornado num ícone alternativo da música portuguesa, Carlos Paião encantava o país com as suas canções melodiosas, Paulo de Carvalho embalava o país com o seu fado novo, e Amália recebia os trunfos pela gravação de dois álbuns, gravados antes da famosa operação em Nova Iorque, havendo atingido a Tripla Platina, e vários prémios nacionais e estrangeiros: “Amália Fado”, recantando alguns êxitos antigos, do maestro Frederico Valério, e “Lágrima”, o seu segundo álbum integralmente composto por poemas da sua autoria.
Nuno Abecassis era o Presidente da Câmara de Lisboa, e dizem as más-línguas, estava particularmente nervoso nos bastidores do Teatro São Luiz. É que a cidade de Lisboa, iria nessa noite, condecorar a sua sacerdotisa…

Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As “estórias” dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo. O Fado fazia parte do seu quotidiano.

Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos, em 1929, Hermínia Silva estreava-se numa Revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o Fado vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional, chegando a afirmar-se, que a fadista tinha “uma multidão de admiradores fanáticos”. A sua melismática criativa, a inclusão no Fado, de letras menos tristes, por vezes com um forte cunho de crítica social, e o seu empenho em trazer para o Fado e para a guitarra portuguesa, fados não tradicionais, compostos por maestros como Jaime Mendes, compositores como Raul Ferrão, criando assim o chamado “fado musicado”, aquele fado cuja música corresponde unicamente a uma letra, se bem que composto segundo a base do Fado, e em especial, tendo em atenção as potencialidades da guitarra portuguesa.

Hermínia Silva torna-se assim, sem o haver planeado, num dos vértices do Fado, tal qual hoje ele existe, enquanto estilo musical: Alfredo Marceneiro foi o primeiro vértice, o da exploração estilística do Fado Tradicional, tendo em Ercília Costa o seu maior ícone; Hermínia viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a “inaugurar” a futura Canção Nacional, com acompanhamentos de grandes orquestras, dirigidas por maestros, que também eram compositores. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano. Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, “Aldeia da Roupa Branca” (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Nascera assim, a que viria a ser considerada, a segunda artista mais popular do século XX português, depois de Amália Rodrigues, o terceiro vértice do Fado, ainda por nascer.

Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas. Em 43, é chamada para mais um filme, o “Costa do Castelo”, em 46 roda o “Homem do Ribatejo”, passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Efectivamente, Hermínia consegue alcançar tal êxito no Teatro, que o SNI, atribui-lhe o “Prémio Nacional do Teatro”, um galardão muito cobiçado na época. Até 1969, em “O Diabo era Outro”, a popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais Revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso…

Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua Casa – o Solar da Hermínia, restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística. Há memórias de muita gente desse espaço fantástico, que não tive oportunidade de conhecer. O nosso companheiro Raúl, neste “Café Expresso”, editor do blog “Congeminações”, narrou-me uma vez, a noite fantástica que passou com Hermínia, no seu Solar. E muitos portugueses e estrangeiros guardam na memória, a voz e a presença daquela mulher que gostava da vida, e que cantava o Fado.

Felizmente, o Estado Português, o Antigo e o Contemporâneo, reconheceu Hermínia Silva. São vários os Prémios e Condecorações, as distinções e as nomeações, justíssimas para uma artista, que fez escola, e que hoje, constitui um dos três maiores nomes da Canção Nacional, ao lado de Marceneiro e de Amália, que por razões diferentes, pelos “apports” de forma e conteúdo distintos que trouxeram à Canção de Lisboa, fizeram dela, o Fado, tal qual hoje é entendido, cantado, tocado e formatado.
A sacerdotisa cantou quase até partir para a dimensão do Espírito, em 13 de Junho de 1993. Morria assim, uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista Português.

Na plateia do São Luiz, Amália, Fernando Maurício, Beatriz da Conceição, Carlos Zel, António Calvário, Beatriz Costa, o seu afilhado Paco Bandeira, o Primeiro Ministro e o Presidente da República, e tantos outros, artistas, intelectuais, público anónimo, prestigiavam aquela que iria nessa noite cantar, e que iria receber no final do concerto, a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa.

Esta que vos escreve estas linhas emocionadas, também lá estava, com o encantamento e a timidez dos seus verdes anos, sorvendo a cada momento as palavras, os olhares, sublimando o desejo de ver finalmente, a grande Sacerdotisa de Lisboa.

As primeiras notas dum fado antigo de Hermínia fizeram-se ouvir. E eis que aparece a diva, bem-humorada, com aquele cabelo preto, grandes brincos a balançarem nas orelhas, vestido longo e xaile colorido.

Aplauso retumbante. Adivinhava-se uma grande noite de Fado, uma grande noite de Musica Portuguesa, do melhor que o século XX fabricou. Com um gesto de mãos, joga beijinhos à plateia; olha para trás, a música avança…e cabeça erguida, voz segura e algo jocosa, profere a ordem:

ANDA, PACHECO!
E ainda meneando a cabeça, olhando os músicos, adverte:
BEM PICADINHO, QUE É PR’ À VOZ SOBRESSAIR …

Valéria Mendez

Posted 8 years, 6 months ago at 2:01.

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Hermínia Silva – Curiosidades

cc3b3piade9999Também conhecida pela “Sacerdotiza de Lisboa”
Ficou célebre a sua frase “Anda, Pacheco!” e ainda “Bem picadinho, que é prá voz sobressair”

Posted 8 years, 6 months ago at 1:52.

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Hermínia Silva – Discografia

herminiasilva11960 – Hermínia EP
1960 – Hermínia Silva EP
1961 – O Bom Fado EP
1961 – Eu Sou Assim EP
1966 – Ciceronde De Lisboa EP
1966 – Marinheiro Americano EP
1967 – Fado Mal Falado EP
1968 – Uma Lição De Folclore EP
1968 – Vou Dar De Beber À Alegria EP
1969 – A Desfolhada da Hermínia EP
1969 – Tasca Das Iscas EP
1969 – Eu Sou Assim EP
1969 – Isto É Fado EP
1970 – A Hermínia Canta Yé-Yé
1970 – Rosa Camareira EP
1970 – Festival Da Invernia EP
1970 – Eu Pus-te A Mala Na Escala EP
1970 – Hermínia Silva LP
1971 – As Ginjas Com Elas
1972 – Morte Em Aveiro EP
1973 – O Padrinho Da Hermínia EP
1975 – Fado Recordado EP
1975 – Os Maiores Êxitos de Hermínia LP
1976 – Manas Pitacas EP
1976 – De Onde Vens Alviela Que Bebo EP
1976 – Mãe Severa EP
1976 – Mãe Antígona
1978 – Fado Recordado LP
1982 – Medalha De Ouro Da Cidade De Lisboa LP
1991 – O Melhor De Hermínia Silva LP
1994 – Fados Clássicos LP
1994 – No Teatro De Revista LP
1994 – Sucessos LP
1996 – Lisboa Antiga LP
(in cotonete)

Posted 8 years, 6 months ago at 1:31.

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Hermínia Silva “Vamos dar de beber à alegria”

Posted 8 years, 6 months ago at 1:07.

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Marcos principais da carreira de Hermínia Silva

herminiasilva_01
1920 Canta para Alfredo Marceneiro e para os amigos, entre os quais Armandinho, que adoravam ouvir a “miúda”.
1926 Começa a cantar no Valente das Farturas, no Parque Mayer. Alfredo Marceneiro canta ao lado, no Júlio das Farturas.
1929 Na Esplanada Egípcia, no Parque Mayer, interpreta Ouro Sobre Azul, De Trás da Orelha e Off-Side.
1932 Ainda no Parque, muda-se para o Teatro Maria Vitória, onde actua na opereta A Fonte Santa.
1933 Ingressa no Teatro Variedades, onde é segunda figura, logo a seguir a Beatriz Costa. Canta e representa em inúmeras revistas.
1958 Inaugura o Solar da Hermínia, no Bairro Alto, ao qual se dedicará de tal forma que deixa o teatro de revista. Estará à frente desta casa durante 25 anos.
1970 Faz uma digressão de 3 meses ao Brasil.
1982 Fecha o Solar da Hermínia, o ponto de referência da sua carreira e onde inúmeros artistas despontaram.
1987 Na discoteca Loucuras! dá um espectáculo memorável, na presença do então Presidente da República
(in Wikipedia)

Posted 8 years, 6 months ago at 1:03.

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Hermínia Silva – Biografia

hsilva3Hermínia Silva Leite Guerreiro(1907 – 13 de Junho de 1993) mais conhecida por
Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As “histórias” dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo. O Fado fazia parte do seu quotidiano.

Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos, em 1929, Hermínia Silva estreava-se numa Revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o Fado vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional, chegando a afirmar-se, que a fadista tinha “uma multidão de admiradores fanáticos”. A sua melismática criativa, a inclusão no Fado, de letras menos tristes, por vezes com um forte cunho de crítica social, e o seu empenho em trazer para o Fado e para a guitarra portuguesa, fados não tradicionais, compostos por maestros como Jaime Mendes, compositores como Raul Ferrão, criando assim o chamado “fado musicado”, aquele fado cuja música corresponde unicamente a uma letra, se bem que composto segundo a base do Fado, e em especial, tendo em atenção as potencialidades da guitarra portuguesa.

Hermínia Silva torna-se assim, sem o haver planeado, num dos vértices do Fado, tal qual hoje ele existe, enquanto estilo musical: Alfredo Marceneiro foi o primeiro vértice, o da exploração estilística do Fado Tradicional, tendo em Ercília Costa o seu maior ícone; Hermínia viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a “inaugurar” a futura Canção Nacional, com acompanhamentos de grandes orquestras, dirigidas por maestros, que também eram compositores. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano.

Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, Aldeia da Roupa Branca (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Nascera assim, a que viria a ser considerada, a segunda artista mais popular do século XX português, depois de Amália Rodrigues, o terceiro vértice do Fado, ainda por nascer.

Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas.

Em 1943 é chamada para mais um filme, o Costa do Castelo, em 1946 roda o Homem do Ribatejo, passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Efectivamente, Hermínia consegue alcançar tal êxito no Teatro, que o SNI, atribui-lhe o “Prémio Nacional do Teatro”, um galardão muito cobiçado na época. Até 1969, em “O Diabo era Outro”, a popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais Revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso…

Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua Casa – o Solar da Hermínia, restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística. Há memórias de muita gente desse espaço fantástico, que não tive oportunidade de conhecer. O nosso companheiro Raúl, neste “Café Expresso”, editor do blog “Congeminações”, narrou-me uma vez, a noite fantástica que passou com Hermínia, no seu Solar. E muitos portugueses e estrangeiros guardam na memória, a voz e a presença daquela mulher que gostava da vida, e que cantava o Fado.

Felizmente, o Estado Português, o Antigo e o Contemporâneo, reconheceu Hermínia Silva. São vários os Prémios e Condecorações, as distinções e as nomeações, justíssimas para uma artista, que fez escola, e que hoje, constitui um dos três maiores nomes da Canção Nacional, ao lado de Marceneiro e de Amália, que por razões diferentes, pelos “apports” de forma e conteúdo distintos que trouxeram à Canção de Lisboa, fizeram dela, o Fado, tal qual hoje é entendido, cantado, tocado e formatado. A sacerdotisa cantou quase até partir para a dimensão do Espírito, em 13 de Junho de 1993. Morria assim, uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista Português.
(in Wikipedia)

Posted 8 years, 6 months ago at 0:49.

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Hermínia Silva – Velha tendinha

Posted 8 years, 6 months ago at 0:22.

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Hermínia Silva – Fado da Sina

Posted 8 years, 6 months ago at 0:19.

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