el Fado

À volta do Fado no X-centrico…
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Neste momento encontra-se na categoria Ary dos Santos.

Ary dos Santos cantado por Amalia Rodrigues em “Alfama”

Poema de Ary dos Santos
Musica de Alain Oulman

Posted 8 years, 7 months ago at 1:54.

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Ary dos Santos

Lista de Poemas organizada por intérpretes.

Amália Rodrigues
“Meu Amor, Meu Amor”
“Alfama”
“Rosa Vermelha”
“Amêndoa Amarga”
“O Meu é Teu”
“O Meu Amigo está Longe”

Beatriz da Conceição
“Meu Corpo”

Carlos do Carmo
“Um Homem na cidade”
“Rosa da Noite”
“O Amarelo da Carris”
“O Cacilheiro”
“Fado da Pouca Sorte”
“Fado do Campo Grande”
“Fado dos Azulejos”
“Fado Varina”
“O Homem das Castanhas”
“Nova Feira da Ladra”
“Namorados da Cidade”
“Balada para uma Velhinha”
“Kirie”
“Lisboa Menina e Moça”
“Fado dos Cheirinhos”
“Estrela da Tarde”
“Fado dos Açores”
“Fado da Madeira”
“Fado Lezíria”
“Fado Burrico”
“Fado da Serra”
“Fado das Amendoeiras”
“Fado do Minho”
“Fado do Trigo”
“Fado Moliceiro”
“Fado Transmontano”
“Fado Excursionista”
“Fado Manguela”
“Os Putos”

Fernando Tordo
“Carta para um Amigo”
“Cavalo à Solta”
“Tourada”
“É Tarde Meu Amor”
“Canto Franciscano”
“O Trabalho”
“Fado do Operário Leal”
“Os Bonzinhos e os Malvados”
“Balada para os Nossos Filhos”
“Retrato”
“O Amigo que Eu Canto”

Hugo Maio de Loureiro
“Canção de Madrugar”

José Afonso
“A Cidade”

José Manuel Osório
“Desespero”
“Fado do Miradouro”

Luísa Basto
“De Pé, Oh Companheiro”

Maria Armanda
“Mãe Solteira”
“Fado-Mulher”

Paulo de Carvalho
“Semente”
“Quando um Homem Quiser”
“Amor Livre”

Simone de Oliveira
“Desfolhada”
“Avé Maria do Povo”
“Intróito”
“Sete Letras”
“Mulher Presente”
“As Pedras Preciosas”
“Os Metais”
“Planta Carnívora”
“Os Pinheiros”
“Os Gatos”
“O Marisco”
“A Cidade”
“O País”
“O Nome”

Teresa Silva Carvalho
“Adágio”

Tonicha
“Menina”
“A Voz do Meu Povo”
“Rosa Rosae”

Vasco Rafael
“Roseira, botão de gente”

Esquema elaborado por José Carlos Ary dos Santos respeitante à organização de As Palavras das Cantigas.
( in http://www.citi.pt/)

Posted 8 years, 7 months ago at 1:21.

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“A Um Célebre Mulato” – Ary dos Santos

Posted 8 years, 7 months ago at 0:54.

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Ary dos Santos

arydossantos3
Poeta castrado não!

Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.

Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:

Da fome já não se fala
– é tão vulgar que nos cansa –
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?

Do frio não reza a história
– a morte é branda e letal –
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?

E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
– Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
– Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!

Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

Posted 8 years, 7 months ago at 0:44.

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Ary dos Santos

Cavalo à soltaarydossantos1

Minha laranja amarga e doce
meu poema
feito de gomos de saudade
minha pena
pesada e leve
secreta e pura
minha passagem para o breve breve
instante da loucura.

Minha ousadia
meu galope
minha rédea
meu potro doido
minha chama
minha réstia
de luz intensa
de voz aberta
minha denúncia do que pensa
do que sente a gente certa.

Em ti respiro
em ti eu provo
por ti consigo
esta força que de novo
em ti persigo
em ti percorro
cavalo à solta
pela margem do teu corpo.

Minha alegria
minha amargura
minha coragem de correr contra a ternura.

Por isso digo
canção castigo
amêndoa travo corpo alma amante amigo
por isso canto
por isso digo
alpendre casa cama arca do meu trigo.

Meu desafio
minha aventura
minha coragem de correr contra a ternura.

Posted 8 years, 7 months ago at 0:40.

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Ary dos Santos

José Carlos Ary dos Santos (Lisboa, 7 de Dezembro de 1937 — 18 de Janeiro de 1984) foi um poeta e declamador de poesia português

Ary dos Santos

Ary dos Santos

Oriundo de uma família da alta burguesia, José Carlos Ary dos Santos, conhecido no meio social e literário por Ary dos Santos, vê publicados aos 14 anos, através de familiares, alguns dos seus poemas, considerados maus pelo autor. No entanto, Ary dos Santos revelaria verdadeiramente as suas qualidades poéticas em 1954, com dezasseis anos de idade. É nessa altura que vê os seus poemas serem seleccionados para a Antologia do Prémio Almeida Garrett.

É então que Ary dos Santos abandona a casa da família, exercendo as mais variadas actividades para seu sustento económico, que passariam desde a venda de máquinas para pastilhas até à publicidade. Contudo, paralelamente, o poeta não cessa jamais de escrever e em 1963 dar-se-ia a sua estreia efectiva com a publicação do livro de poemas A Liturgia do Sangue (1963).

Em 1969 inicia-se na actividade política ao filiar-se no PCP, participando de forma activa nas sessões de poesia do então intitulado “canto livre perseguido”.

Entretanto, concorre, sob pseudónimo como exigia o regulamento, ao Festival RTP da Canção com os poemas Desfolhada Portuguesa (1969), Menina do Alto da Serra (1971) e Tourada (1973), obtendo os primeiros prémios. É aliás através deste campo – o da música – que o poeta se torna conhecido entre o grande público.

Autor de mais de seiscentos poemas para canções, Ary dos Santos fez no meio muitos amigos. Gravou, ele próprio, textos ou poemas de e com muitos outros autores e intérpretes e ainda um duplo álbum contendo O Sermão de Santo António aos Peixes do Padre António Vieira.

À data da sua morte tinha em preparação um livro de poemas intitulado As Palavras das Cantigas, onde era seu propósito reunir os melhores poemas dos últimos quinze anos (publicado postumamente), e um outro intitulado Estrada da Luz – Rua da Saudade, que pretendia fosse uma autobiografia romanceada.

O poeta morre a 18 de Janeiro de 1984. O seu nome foi dado a um largo do Bairro de Alfama, descerrando-se uma lápide evocativa na casa da Rua da Saudade, onde viveu praticamente toda a sua vida.

Ainda em 1984, foi lançada a obra VIII Sonetos de Ary dos Santos, com um estudo sobre o autor de Manuel Gusmão e planeamento gráfico de Rogério Ribeiro, no decorrer de uma sessão na Sociedade Portuguesa de Autores, da qual o autor era membro.

Em 1988, Fernando Tordo editou o disco “O Menino Ary dos Santos” com os poemas escritos por Ary dos Santos na sua infância.
(in Wikipedia)

Posted 8 years, 7 months ago at 0:26.

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