el Fado

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Neste momento encontra-se na categoria Carlos Conde.

Lucilia do Carmo canta Carlos Conde”Não sou ciumenta”

Lucilia do Carmo “Não sou ciumenta”
Letra de Carlos Conde
Música de Armandinho

Video de Paulocondefado

Posted 8 years, 1 month ago at 0:15.

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António Rocha canta Carlos Conde

António Rocha interpreta “Aprendam primeiro”
Letra de Carlos Conde
Música de Pedro Rodrigues
(www.carlosconde.blogs.sapo.pt )
video de paulocondefado

Posted 8 years, 3 months ago at 20:13.

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Maria da Fé por Carlos Conde

Maria da Fé
Maria da Fé

Tem uma voz de conforto
P’ra quem sofreu ou chorou,
A cantadeira do Porto
Que Lisboa consagrou !

E assim Maria da Fé
Que pretende ir mais além,
Mostra o valor de quem é
Pelo nome que já tem !

O Galarim ” p’ra saudar
Esta popular artista,
Confere-lhe aqui lugar
Por direito de conquista !

poema de: Carlos Conde

Posted 8 years, 5 months ago at 1:53.

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Fernando Mauricio e Francisco Martinho “Revista de Fados”

Fernando Mauricio e Francisco Martinho interpretam “Revista de Fados” de Carlos Conde

Posted 8 years, 6 months ago at 23:59.

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Alfredo Marceneiro e Fernanda Maria cantam Carlos Conde

Marceneiro e Fernanda Maria

Marceneiro e Fernanda Maria

Marceneiro e Fernanda Maria interpretam “Bairros de Lisboa ” Letra de Carlos Conde e música de Alfredo Marceneiro

Posted 8 years, 7 months ago at 23:23.

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Fernanda Maria “Não passes com ela à minha rua”

Letra de Carlos Conde e música de Miguel/Casimiro Ramos??? –

Posted 8 years, 7 months ago at 16:48.

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“Ser Palhaço” de Carlos Conde

palhacoHá gente que pelos modos

Quase toma por ofensa

Ser palhaço em qualquer parte,

Palhaços somos nós todos

Só existe a diferença

Na habilidade ou na arte!

No circo enorme da vida

Há quem ria de contente

Quando pratica acções más,

E até ande convencida

Que não vive unicamente

Das palhaçadas que faz!

Tudo trabalha em parelhas

Numa anedota pegada

Sempre de origem moderna,

As normas é que são velhas

Se o “faz tudo”, não faz nada

O rico não se governa!

A graça, a caricatura

Abrem rugas onde há traços

E surpresa onde há rotina,

Os que vivem da pintura

São sempre os mesmos palhaços

Que vivem da pantomina!

Mas há outros que no fundo

Dão no seu ar de chalaça

Razão ao velho ditado,

Que grita, que diz ao mundo,

Vale mais cair em graça

Do que tornar-se engraçado!

Carlos Conde
(in Fado e Poesia)

Posted 8 years, 7 months ago at 16:41.

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Vida e obra do poeta Carlos Conde

cconde“Breves palavras” – FADO Vida e obra do poeta Carlos Conde
Carlos Conde, nascido em 1901 no Concelho da Murtosa em Aveiro e filho de pescadores, muito cedo teve de procurar melhor sorte e partiu para a então cidade dos sonhos, Lisboa! Chegado á capital, o seu fascínio pelo Fado e o acolhimento no meio fadista, deverão ter despertado o talento nato do poeta, para a concretização da maravilhosa obra que nos legou e que hoje recordamos com saudade e emoção! É um facto, que a grande paixão de Carlos Conde foi o Fado, mas não nos podemos esquecer das lindas cegadas, um género de teatro de rua, que faziam as delicias de multidões por alturas do Carnaval. Não devemos apagar da memória, os celebres motes e quatro décimas com que o poeta descreveu os típicos Bairros de Lisboa, onde ainda hoje, podemos apreciar muitos detalhes que têm resistido aos malefícios do tempo e à desenfreada evolução. Carlos Conde, foi dos melhores poetas, senão mesmo o melhor, a descrever com tal exactidão, pormenor e sentimento, os hábitos e costumes das gentes desses lindos bairros, que ao lermos a sua obra, somos, quase que por magia, transportados para a época e para os locais descritos. O recente reconhecimento por parte da Câmara Municipal de Lisboa, ao atribuir o seu nome a uma das artérias da cidade, vem repor justiça, à memória de um homem que tanto amou Lisboa. Isto, para não falarmos nas deliciosas quadras, que correram Portugal inteiro, vencendo concursos de Norte a Sul e espalhando o talento do poeta, pelas almas sedentas, de palavras harmoniosas e verdadeiras. Mas, como já afirmei, foi de facto no Fado que Carlos Conde se notabilizou, autor de mais de três centenas de letras: ( A mulher que já foi tua, Sótão da Amendoeira, Marquês de Linda-a-Velha, Feira da Ladra, Bairros de Lisboa, Revista de Fados, Não passes com ela à minha rua, Trem desmantelado, etc, etc.) e para sempre imortalizadas nas vozes de: Amália, Argentina Santos, Maria da Fé, Carlos do Carmo, Fernando Maurício, Fernanda Maria, os Marceneiros ( Pai, filho e neto ), Lucilia do Carmo, Ercilia Costa, Ada de Castro, Rodrigo, João Ferreira Rosa, Gabino Ferreira, Raul Pereira, Adelina Ramos, Maria Amélia Proença e tantos outros que não foram esquecidos, mas que tornariam morosa esta breve apresentação. Foi precisamente por tudo isto e por razões que só a alma conhece, que decidi partilhar a vida e obra do poeta Carlos Conde com todos aqueles que acarinham o Fado, que têm o condão de o sentir na alma e que fazem do Fado uma estranha forma de vida. O homem, que está hoje a ser homenageado, homenageou o Fado durante toda a sua vida e tenho a mais firme convicção, porque o sinto na alma, que ele está aqui hoje connosco, não pela homenagem, porque a sua humildade não o permite, mas pelo trinar das guitarras e pela voz dos fadistas.

“Deixo os meus fados dispersos

Cantai-os de quando em vez,

Não é crime cantar versos

Por alma de quem os fez!”
(in O Fado de Carlos Conde)

Posted 8 years, 7 months ago at 16:30.

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Vitor Duarte interpreta “Bairros de Lisboa” Letra de Carlos Conde e música de Alfredo Marceneiro

Posted 8 years, 7 months ago at 15:57.

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