el Fado

À volta do Fado no X-centrico…
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Neste momento encontra-se na categoria Poetas.

Lucilia do Carmo canta Carlos Conde”Não sou ciumenta”

Lucilia do Carmo “Não sou ciumenta”
Letra de Carlos Conde
Música de Armandinho

Video de Paulocondefado

Posted 7 years, 5 months ago at 0:15.

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António Rocha canta Carlos Conde

António Rocha interpreta “Aprendam primeiro”
Letra de Carlos Conde
Música de Pedro Rodrigues
(www.carlosconde.blogs.sapo.pt )
video de paulocondefado

Posted 7 years, 7 months ago at 20:13.

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Guta Santos declamando

Guta Santos - Poeta e Fadista

Guta Santos - Poeta e Fadista

Posted 7 years, 7 months ago at 21:04.

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Guta Santos um Poeta Popular

Por GUTA SANTOS – MARÇO de 2008
( Entre acto teatral )
( Entra embriagado e no decorrer da cena vai ficando sóbrio )

ONDE É QUE NASCEU O FADO ?

Seu perdão, minha senhora
Eu tenho a cabeça à nora,
Estou um pouco embriagado,
Mas não vou daqui para fora
Sem que alguém me diga agora
Onde é que nasceu o fado.
Já andei por tanto lado
Já corri meia Lisboa.
Gente nobre, gente boa…
Ninguém sabe…! E eu estou estafado.

Alguém me disse afinal,
P’rós lados da Mouraria
Que toda a gente, dizia…
Foi na mourama que o tal,
Veio ao mundo coitadinho,
Muito sarnoso e magrinho.
Para fado, não estava mal,
Tinha de ser. Pobrezinho.

Um chinês de olhos em bico
Diz com a boquinha num nico:
Escuta aqui oh “patlão.”
Na Rua do Capelão…
Foi lá que o fado nasceu…!
Mas, convencido não fico.
Foi lá que o fado nasceu?
A rua era mesmo à mão
E lá fui, pelo sim pelo não.
–O “ Fado “ é já doutra era…
Talvez ali a Severa
Que o metia lá em casa
Saiba onde é que ele nasceu.
Coitada, quebrou a asa
Já lá não estava, faleceu.

Em frente, mora o Maurício
Perguntar foi desperdício
Também não me respondeu
Pudera, também morreu.
Fui-me embora aborrecido.
Com saudades do falecido.

E até a Mariquinhas
Me fechou as tabuínhas

Fui de frosques, chateado
Perguntar para outro lado
Onde é que o fado nasceu?…
Ninguém sabe, ninguém viu
Ou responder ninguém quis
Estarei no meu país ?
Não parece. Que sei eu!
Até a Rosa Maria
Nada sabia coitada
Também já está enterrada
E tinha tanta virtude…
A Senhora da Saúde
De tanta fé e desvelo
Ainda existe assustada
À espera do camartelo

Está aqui um berbicacho
Quem me manda ser borracho
Já estou farto desta história.
No “Elevador da Glória”
Onde se chega num salto.
Zarpei para o Bairro Alto
Um bairro mal afamado ?!
Por aqui andou o fado,
E decerto aqui nasceu.

Numa tasca das antigas
Um grupo de raparigas
Não me soube responder.
–O Fado? Mas o que é isso?
Sei lá onde ele nasceu!
Oh Bacano, mas que frete,
Pergunta na Internet
No café aqui ao lado.
E lá fui contrariado

Fui de orelha à escuta
Segui aquele conselho
Se toda a gente computa…
Eu não, porque já estou velho!
Um rapazelho embirrante
Que devia ser estudante
Apontou-me em tom gozado.
–Quem responde ao seca-adegas
Que anda borracho e às cegas.
Onde é que nasceu o fado?

Sacanas, Ignorantes.
São estas coisas estudantes.
Mais respeito. Pode ser?
Eu sei bem que estou borracho
Não tem mais que fazer?
Sabem que mais?…O que eu acho…
Agora vou perguntar.
E quem me vai responder…?
Algum de vós sabe ler?

Já na Rua da Atalaia.
Perguntei a um tipo faia,
Mas de corpinho “ Danone “
Ia agarrado ao telefone,
De raiva até estremeceu.
Respondeu mal humorado
–Eu nem sei o que é o fado”
Sei lá onde ele nasceu!

Deves der americano.
Para esse lado vai tu,
Palhaço, cara de cu.
Gritei eu para o fulano
Chulo de merda, panela.
Para ser tão magricela,
Passas fome todo o ano.

Ai! É enorme Lisboa
Fui à Bica, à Madragoa
Ninguém sabe, que chatice
Se alguém sabia não disse.
Que pouca sorte esta a minha
Será que ele é alfacinha?
Há já quem diga que não.
Já nem é fado, é canção.
Onde nasceu afinal
A canção nacional?

Nacional? Uma treta!
Quem o ouve, quem o vê,
Na rádio, ou na TV. ?
Nunca chupou nessa teta.
Pudera, é pobrezinho.

Do Algarve até ao Minho
Todos adoram o fado.
Mesmo sendo um enjeitado
Coitado do fariseu
Que nem sabe onde nasceu.

Já sei! Ideia brilhante
Vou lá chegar num instante
Brilha por fim uma chama.
A sorte que Deus me deu
Foi nas vielas de Alfama,
Foi lá que o fado Nasceu!
Também não? Que arrelia!
Perguntei, ninguém sabia.
Aparece pela noitinha,
Sorrateiro, pé ante pé,
Bebe uns copos de Água-Pé,
Uma sopa de feijão,
Uma sardinha no pão,
Um pastel de bacalhau.
Trata-se bem o marau!
Atira uma cantiga,
Aquela formosa amiga
E marcha de madrugada,
A reboque da alvorada.
Abre a boca num bocejo
De dia ninguém o vê.
Dizem que vai com a maré
De braço dado com o Tejo.

Já não caio noutra asneira
Vai passando a bebedeira
E já vejo mais claro
Que interessa onde nasceu
É do povo, é plebeu
Estudou, formou-se cresceu
Toca a vida para diante
É operário, emigrante.
É nobre, não arrogante
A ninguém é indiferente
Arrepia a pele à gente
Ouvir o fado menor.
Atirado em tom maior,
No corrido, delirante.
Batido, consola a gente
Fala de amor e ciúme.
Não só de dor e queixume.
Adorado no estrangeiro,
Tem corrido o mundo inteiro.
Do Canadá ao Japão.
Ao trinar de uma guitarra
Sujeita, domina agarra,
Leva a fama de roldão
Faz crescer o coração…

Ai meus senhores, vou parar.
Perdão. É só um momento…
Vou começar a chorar.
Que raiva, não aguento…

Eis o fado meus senhores
A ninguém deve favores
Castra-lo? Tinha que ver.
Já tentaram, podem crer.

Ponham colchas nas janelas
Baixem a luz, tragam velas
Vai andar pelas vielas
Ciúme, Paixão, pecado.
Desencontrados amores.
Façam silêncio senhores,
Que se vai cantar o fado

De GUTA SANTOS
MARÇO de 2008
p7080207
(Guta Santos declamando o Poema na “Noite do Kalunga” de 18/07/2009 aqui bem acompanhado na Musica de Fado Menor por Américo e Jorge Pereira)

“É com enorme prazer, que entrego na praça pública este meu trabalho, não o fiz com qualquer intuito lucrativo, apenas o meu enorme amor pelo fado, me levou a escreve-lo, espero um dia,
vê-lo em qualquer palco, amador ou profissional, sou tambem um homem do teatro, 50 anos ao seu serviço e assim de uma só vez, matei a enorme saudade do palco: escrevendo estes simples versos, a par de uma meia duzia de letras, que guardo na gaveta, à espera de coragem para lhes dar asas.”
GUTA SANTOS

Posted 7 years, 7 months ago at 20:50.

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Maria da Fé por Carlos Conde

Maria da Fé
Maria da Fé

Tem uma voz de conforto
P’ra quem sofreu ou chorou,
A cantadeira do Porto
Que Lisboa consagrou !

E assim Maria da Fé
Que pretende ir mais além,
Mostra o valor de quem é
Pelo nome que já tem !

O Galarim ” p’ra saudar
Esta popular artista,
Confere-lhe aqui lugar
Por direito de conquista !

poema de: Carlos Conde

Posted 7 years, 9 months ago at 1:53.

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Fernando Mauricio e Francisco Martinho “Revista de Fados”

Fernando Mauricio e Francisco Martinho interpretam “Revista de Fados” de Carlos Conde

Posted 7 years, 10 months ago at 23:59.

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Alfredo Marceneiro e Fernanda Maria cantam Carlos Conde

Marceneiro e Fernanda Maria

Marceneiro e Fernanda Maria

Marceneiro e Fernanda Maria interpretam “Bairros de Lisboa ” Letra de Carlos Conde e música de Alfredo Marceneiro

Posted 7 years, 11 months ago at 23:23.

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Ary dos Santos cantado por Amalia Rodrigues em “Alfama”

Poema de Ary dos Santos
Musica de Alain Oulman

Posted 7 years, 11 months ago at 1:54.

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Ary dos Santos

Lista de Poemas organizada por intérpretes.

Amália Rodrigues
“Meu Amor, Meu Amor”
“Alfama”
“Rosa Vermelha”
“Amêndoa Amarga”
“O Meu é Teu”
“O Meu Amigo está Longe”

Beatriz da Conceição
“Meu Corpo”

Carlos do Carmo
“Um Homem na cidade”
“Rosa da Noite”
“O Amarelo da Carris”
“O Cacilheiro”
“Fado da Pouca Sorte”
“Fado do Campo Grande”
“Fado dos Azulejos”
“Fado Varina”
“O Homem das Castanhas”
“Nova Feira da Ladra”
“Namorados da Cidade”
“Balada para uma Velhinha”
“Kirie”
“Lisboa Menina e Moça”
“Fado dos Cheirinhos”
“Estrela da Tarde”
“Fado dos Açores”
“Fado da Madeira”
“Fado Lezíria”
“Fado Burrico”
“Fado da Serra”
“Fado das Amendoeiras”
“Fado do Minho”
“Fado do Trigo”
“Fado Moliceiro”
“Fado Transmontano”
“Fado Excursionista”
“Fado Manguela”
“Os Putos”

Fernando Tordo
“Carta para um Amigo”
“Cavalo à Solta”
“Tourada”
“É Tarde Meu Amor”
“Canto Franciscano”
“O Trabalho”
“Fado do Operário Leal”
“Os Bonzinhos e os Malvados”
“Balada para os Nossos Filhos”
“Retrato”
“O Amigo que Eu Canto”

Hugo Maio de Loureiro
“Canção de Madrugar”

José Afonso
“A Cidade”

José Manuel Osório
“Desespero”
“Fado do Miradouro”

Luísa Basto
“De Pé, Oh Companheiro”

Maria Armanda
“Mãe Solteira”
“Fado-Mulher”

Paulo de Carvalho
“Semente”
“Quando um Homem Quiser”
“Amor Livre”

Simone de Oliveira
“Desfolhada”
“Avé Maria do Povo”
“Intróito”
“Sete Letras”
“Mulher Presente”
“As Pedras Preciosas”
“Os Metais”
“Planta Carnívora”
“Os Pinheiros”
“Os Gatos”
“O Marisco”
“A Cidade”
“O País”
“O Nome”

Teresa Silva Carvalho
“Adágio”

Tonicha
“Menina”
“A Voz do Meu Povo”
“Rosa Rosae”

Vasco Rafael
“Roseira, botão de gente”

Esquema elaborado por José Carlos Ary dos Santos respeitante à organização de As Palavras das Cantigas.
( in http://www.citi.pt/)

Posted 7 years, 11 months ago at 1:21.

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“A Um Célebre Mulato” – Ary dos Santos

Posted 7 years, 11 months ago at 0:54.

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