el Fado

À volta do Fado no X-centrico…
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Neste momento encontra-se na categoria Maria da Fé.

Maria da Fé por Carlos Conde

Maria da Fé
Maria da Fé

Tem uma voz de conforto
P’ra quem sofreu ou chorou,
A cantadeira do Porto
Que Lisboa consagrou !

E assim Maria da Fé
Que pretende ir mais além,
Mostra o valor de quem é
Pelo nome que já tem !

O Galarim ” p’ra saudar
Esta popular artista,
Confere-lhe aqui lugar
Por direito de conquista !

poema de: Carlos Conde

Posted 7 years, 12 months ago at 1:53.

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Parabéns Maria da Fé

Maria da Fé recebe hoje no Coliseu dos Recreios a medalha de Lisboa e uma placa de prata a SPA
25 de Junho de 2009

Lisboa, 25 Jun (Lusa) – A fadista Maria da Fé celebra hoje 50 anos de carreira no Coliseu de Lisboa, e receberá em cena aberta a Medalha da Cidade de Lisboa e uma Placa de Prata da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).

A SPA distingue a fadista pelos seus 50 anos ao serviço da música e dos autores portugueses, disse à Lusa fonte da instituição.

Sexta-feira a fadista actua no Coliseu do Porto, sua cidade natal.

(in Lusa)

Posted 7 years, 12 months ago at 1:52.

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Os 50 anos de carreira de Maria da Fé

Os fadistas Aldina Duarte, Camané, António Zambujo e a veterana Ada de Castro são os convidados da fadista Maria da Fé, que esta noite se apresenta ao vivo no Coliseu de Lisboa.

O espectáculo, com início às 22h00, assinala os 50 anos de carreira da fadista, que amanhã repete a apresentação no Coliseu do Porto, também na companhia dos mesmos convidados. Em palco, Maria da Fé, que já gravou mais de 450 fados, irá interpretar os maiores êxitos da sua carreira, casos de ‘Cantarei até que a Voz me Doa’, ‘Fado Errado’, ‘Valeu a Pena’ e ‘Divino Fado’, entre outros.

Os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam entre 20 e 45 euros (Lisboa) e 20 e 50 euros (Porto).

(in CM)

Posted 7 years, 12 months ago at 1:46.

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Maria da Fé “Divino Fado”

Posted 7 years, 12 months ago at 1:40.

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Maria da Fé entrevistada por Isabel Ramos

“Queria ser cabeleireira mas o fado era destino”
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Ela não escolheu. Foi o fado que a apanhou e nunca mais a deixou. Maria da Fé celebra 50 anos de Carreira sem que a voz lhe doa. E diz que “valeu a pena”.

-Começou a cantar com nove anos. Que memórias guarda desse tempo?

-Com nove anos puseram-me a cantar em festas. Eram fados para a minha idade. Ainda sei um de cor: ‘Sou ainda pequenina mas trago o fado marcado, hei-de viver pobrezinha do meu trabalho honrado, Maria da Conceição, sou assim conhecida, é o nome da canção que trago para toda a vida’. Quem compôs este fado foi um senhor que era guarda do parque infantil para onde eu ia brincar.

-Quem é que a ‘pôs a cantar’?

-Eu não achava graça nenhuma e chorava. O que eu queria era brincar com bonecas. Mas a minha mãe gostava que eu cantasse, a minha irmã mais velha já cantava e fazia teatro. Fui apanhada no caminho pela minha mãe, que Deus tem, foi por causa dela que eu segui esta arte.

-O fado tinha mesmo de ser?

-Não fui eu que escolhi, estava predestinado, houve algo no meu canto, na minha voz, que me disse ‘tens de cantar, tens de continuar em frente, será o teu destino’. Não tinha outra opção.

-O fado ‘apanhou-a’. Pela sua vontade, o que teria sido?

-Cabeleireira. Tinha muito jeito para mudar visuais. Já tirei bigodes a muita gente [risos], quer dizer, dei dicas e alguns músicos na área do fado seguiram-nas.

-O que levou a sua mãe a fazer as malas e a partir consigo para Lisboa?

-Em 1959 ganhei o concurso Rainha das Cantadeiras e, após dois anos, a minha mãe trouxe-me para cá para tirar a carteira profissional. O senhor que estava a tratar disso apresentou-me ao Armando Machado, dono da Adega Machado, que me convidou para ir lá pois queria ouvir-me. Já não me deixou sair, contratou-me.

-Dez anos após ter sido Rainha das Cantadeiras concorreu ao Festival da Canção. Foi a primeira fadista a apresentar-se no concurso…

-E não ganhei porque antigamente eram as editoras que prevaleciam. Há pouco tempo, por acaso, apanhei a Simone na RTP Memória a falar sobre o Festival e ela dizia ‘a canção da Maria da Fé era aquela que, durante os ensaios, toda a gente dizia ser a mais forte’. Mas a Simone [‘Desfolhada’] estava na Valentim de Carvalho e eu numa editora mais pobrezinha. Fiquei em quarto lugar e para mim foi tão importante como se tivesse ficado em primeiro. E ‘Vento Norte’ foi a canção mais votada no Ultramar, talvez por causa do tema [a partida]. Era uma canção forte.

-Que não era mas soava a fado.

-A minha voz sabe sempre a fado.

-A sina do fado afastou-a da vida normal de uma criança e de uma mulher?

-Eu não tive infância, mas a infância naquela altura também não era boa. Com 14 anos eu já trabalhava numa fábrica de tecidos e cantava aos fins-de-semana. Nas segundas-feiras estava tão cansada que dormia nas casas de banho. Quando faziam a ronda, o que eu tinha de pagar de multa era quase o que ganhava cantando. Eu ajudava os meus pais, que eram pessoas humildes – o meu pai era polidor de móveis e a minha mãe doméstica. Foi mãe de 17 filhos, mas só seis sobreviveram.

-No seu caso, foi complicado conciliar a carreira com a maternidade?

-Casei em 1968, passados cinco anos tive a primeira filha e passados outros cinco a segunda. Para quem quer seguir uma carreira, ter uma família é complicado. Por aqui se vê que eu não tinha ambições. Quando a minha primeira filha tinha dois anos fui à Austrália e chorei que me fartei.

-Foi uma mãe presente?

-Tentei. Moro ao pé do Sr. Vinho [casa de fados de Maria da Fé], o colégio delas também era aqui ao pé – as minhas filhas não tinham que sair do passeio até à escola e, do meu quarto, eu via o recreio.

-Qual tem sido o papel do seu marido, José Luís Gordo, também ligado ao fado, na sua carreira?

-Muito importante. Não é só fadista quem canta mas também quem ouve e quem escreve. Conheci o meu marido numa casa de fados, O Embuçado, em 1966. Entretanto, saí para ir ao Brasil e casámos – ele quis casar porque naquela altura tudo parecia mal e não se sentia bem a apresentar-me como namorada. O meu marido é o meu maior crítico mas também diz que eu sou a musa inspiradora dele.

-Ele escreve para si [é autor de ‘Cantarei até que a Voz me Doa’]…

-Sim, mas não canto só poemas dele. Tenho cantado de tudo um pouco e nunca tive problemas em gravar temas já gravados. O fado ‘Valeu a Pena’ não foi feito para mim, foi dado pelo Moniz Pereira ao Carlos Ramos, numa altura em que não estava em boa forma e o fado não se ouvia.

-Qual é a sua relação com o fado ‘Valeu a Pena’?

-Quando entrei no estúdio para gravar desatei a chorar… Há pouco tempo esteve aqui um casal, a senhora quis falar comigo e contou-me que tinha namorado o marido a ouvir esse fado e agora vinham os dois celebrar dez anos de casamento a ouvi-lo também.

-Saber disso foi gratificante?

-Muito e há tanta coisa… Em Março fui cantar ao Algarve e uma senhora veio dar–me um beijinho e dizer que tinha uma filha, nascida na altura em que eu fui ao Festival, a que tinha dado o nome Maria da Fé. Outras vieram aqui à porta do Sr. Vinho mostrar-me as suas Marias da Fé.

-Mas não é esse o seu nome.

-Não, o meu nome é Maria da Conceição. Na altura em que apareci havia uma senhora Maria da Conceição, que cantava ‘Casa Portuguesa’ e ‘Mãe Preta’ e outra senhora Maria Marques e eu sou Maria da Conceição da Costa Marques, Gordo pelo casamento. Naquela época, quando tirávamos a carteira profissional, tínhamos de ter um nome próprio, havia esse respeito, e então um colega que cantava na Adega Machado deu a ideia de Maria da Fé. Em boa hora…

-Ficou Maria da Fé por ser uma pessoa de fé no sentido religioso?

-Na altura eu nem pensava nisso. É verdade que fui a única dos filhos a fazer a comunhão solene e que a minha mãe me punha de anjinho na procissão, mas também fui a única a fazer a quarta classe. Não sei se sabe, mas Maria da Fé é uma cidade no Brasil. No ‘Trivial ’ aparece a pergunta ‘qual é a artista portuguesa que tem uma cidade com o seu nome?’ Foram as amigas das minhas filhas a contar-me.

-No Brasil, onde também cantou…

-Em 1984 fiz a ponte cultural, foi uma altura maravilhosa da minha vida, não podia sair à rua, as pessoas conheciam-me como se vivesse lá há 20 anos. Nessa altura, as pessoas tinham a ideia de que o fado tinha de ser pesado e que quem cantava também tinha ar pesado e cabelos negros. Eu fui uma das pessoas que ajudou a divulgar o fado no Brasil, modéstia à parte.

-O que pensa do novo fado?

-Não há novo fado, há novas vozes. Todos os instrumentos que existem no fado já eu e várias pessoas os cantámos. Eu gravei o ‘Pop-Fado’ em 1965 com bateria, o que causou imensa polémica entre os puristas. Para mim não há nada de novo. Há novas vozes com muito talento e oxalá que tenham saúde e sorte para poderem dignificar o fado.

-O que é dignificar o fado?

-Não o estragar, não cantar por cantar porque isso não chega. Há pessoas que cantam menos bem mas conseguem transmitir emoção de uma maneira brutal e há belas vozes que não transmitem nada.

-Para quando um novo disco?

-Eu tenciono gravar um novo disco, mas não tenho pressa. Estou reformada, já são 67 anos, tenho direito de viver um pouco a minha vida. E nunca vivi para o dinheiro, só escolho o que dá dignidade ao fado e à Maria da Fé. Eu sofro muito porque sou muito perfeccionista e exigente.

-Valeu a pena ter vivido o que viveu, ter sofrido o que sofreu?

-‘Ter passado o que passei, conhecer quem conheci.’ Sim, valeu a pena. 50 anos de carreira , seja ela qual for, é importante.

‘NÃO HAVIA RIVALIDADE COM AMÁLIA. HAVIA TRICAS’

-Havia rivalidade entre Maria da Fé e Amália?

-Nenhuma, a Amália era a Amália e eu estava no início. Mas faziam comparações e isso deixou-me com uma responsabilidade que eu não queria. Esta casa [Sr. Vinho] tem o nome de um fado da Amália, é uma homenagem a ela. A Amália não fez qualquer má relação, as pessoas é que faziam intrigas e tricas, havia situações que punham a senhora de pé atrás, mas ela foi sempre a minha diva.

PERFIL
Maria da Conceição Costa Gordo nasceu no Porto a 25 de Maio de 1942. Aos 18 anos mudou-se para Lisboa e foi logo contratada para cantar em casas de fado e depois no Casino do Estoril. Em 1969 ficou em quarto lugar no Festival da Canção. Nos anos 80 levou o fado ao Brasil. É mãe e avó.

(Isabel Ramos in CORREIO DA MANHÃ)

Posted 7 years, 12 months ago at 1:36.

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Maria da Fé “Cantarei até que a voz me doa”

Posted 7 years, 12 months ago at 1:19.

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Maria da Fé “Vento Do Norte”

Festival RTP 1969 – Maria da Fé – Vento Do Norte, classificando-se em 4º lugar com 27 pontos.

Posted 7 years, 12 months ago at 1:16.

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Maria da Fé – Citações

David Mourão-Ferreira, poeta português disse:

“O Fado é Maria da Fé.”

Ary dos Santos, outro poeta, registou:

“Nanja por direito e por talento, Maria da Fé é a verdade do Fado.”

“Maria da Fé, onde o fado é mais fado.”

Vasco de Lima Couto, também poeta:
“Ao Norte abriste a voz
Ao Sul achaste-a num fado
A que te deste de corpo inteiro.”

(in Wikipedia)
mariafe

Posted 7 years, 12 months ago at 1:09.

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Maria da Fé – Discografia

maria-da-feA sua discografia conta com trinta LPs e vinte CDs. A sua voz é presença em todas as colectâneas de fado. Tem cerca de 450 números gravados. Do álbum “Cantarei até que a Voz me Doa” (título da principal canção de seu marido), já vendeu mais de 350 mil unidades.

Dentre estes destacam-se:

-Valeu a Pena
-Primeiro Amor
-Fado Errado
-Vento do Norte
-Obrigado
-Cantarei Até que a Voz me Doa
-É Mentira
-Divino Fado

Posted 7 years, 12 months ago at 0:58.

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Maria da Fé “Fado Errado”

Posted 7 years, 12 months ago at 0:54.

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